Mais uma baixa no PDT com a saída do deputado federal Leo Prates para o Republicanos, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
O PDT vai perdendo força, não só na Bahia como nacionalmente. A preocupação com a temida cláusula de barreira toma conta da legenda fundada pelo saudoso e inesquecível Leonel de Moura Brizola.
Se faz urgente uma reflexão sobre o PDT, sob pena do partido se transformar em uma legenda nanica, vivendo só de lembranças do passado. O alerta serve para Carlos Lupi e Felix Júnior, respectivamente presidente nacional e estadual.
O Republicanos, que tem como comandante-mor o deputado-bispo Márcio Marinho, tem agora um forte prefeiturável à sucessão do Palácio Thomé de Souza no pleito de 2028.
Lembrando ao caro e atento leitor que o atual prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), está impedido de disputar o terceiro mandato. A legislação eleitoral proíbe à re-reeleição.
Leo Prates deve ser o candidato de Bruno à sua sucessão, salvo se ACM Neto não realizar seu sonho de ser governador da Bahia, a terra de todos os santos e orixás.
Leo Prates com o apoio do atual alcaide soteropolitano, com ACM Neto derrotando Jerônimo Rodrigues (PT-reeleição), passa a ser um prefeiturável fortíssimo, sendo apoiado por uma invejável coligação partidária.
Uma eventual derrota do governador Jerônimo Rodrigues pode significar o começo do desmoronamento do lulopetismo na Boa Terra, oxigenando o sonho de Leo Prates de ser prefeito de Salvador.
Como não bastasse o forte sentimento de mudança que toma conta de uma significativa parcela do eleitorado, o chefe do Palácio de Ondina não sabe como resolver os imbróglios, mais especificamente envolvendo o MDB dos irmãos Vieira Lima, Lúcio e Geddel.

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