A "química" entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva tornou a repetir, deixando a direita bolsonarista irritada. Fico a imaginar como se encontram os números 1 e 3, Flávio e Eduardo Bolsonaro, com os rasgados elogios de Trump a Lula: "dinâmico", "homem bom", "sujeito inteligente". E não precisou o petista-mor bater continência para a bandeira dos Estados Unidos. Donald Trump já percebeu que a diferença intelectual entre Lula e o ex-presidente Bolsonaro é abismal. É como comparar, musicalmente falando, Chico Buarque com Manoel Gomes, o homem do hit "Caneta Azul". Concluo dizendo que a tal da "química" não era de mentirinha. O encontro entre Trump e Lula lembrou o de velhos amigos.
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