Nos dias da independência ecoava o grito por liberdade. Hoje, olhando com indignação e esperança, percebo que essa luta permanece viva — mas em novas formas.
A liberdade, tantas vezes, parece depender apenas de pontos de vista. Em um mundo marcado por guerras e pela ganância pelo poder, ideias distorcidas acabam se sobrepondo ao verdadeiro sentido de ser livre.
Vivemos em uma sociedade de “espertos” sem expertise, onde o oportunismo substitui a verdade, e a indiferença fere a alma de quem ainda acredita em empatia, perseverança e autoconhecimento como caminhos de transformação.
Apesar disso, meu coração não se amargura. Todos os dias me deparo com atitudes que machucam, mas sigo acreditando que a esperança é a maior arma contra a intolerância.
Assim como ontem, hoje também precisamos gritar.
E o meu grito será sempre o mesmo:
Independência ou morte. Não à morte do corpo, mas de tudo o que sufoca nossa humanidade. Meu grito é, e sempre será: Independência!

Comentários: