O caminho é o corpo a corpo, o contato pessoal com o eleitor. Estou me referindo aos pré-candidatos, seja para deputado estadual ou federal, que não tem recursos para impulsionar a campanha.
São três situações: 1) a própria condição financeira. 2) ser filiado a um partido que não tem dinheiro do fundo eleitoral. Ou tem pouco. 3) discriminação na legenda, tratamento desigual em relação aos outros pré-candidatos.
Na hora da onça beber água, com a proximidade da eleição, o tratamento desigual vem à tona. De um lado ficam os privilegiados. Do outro, os escanteados.
É assim que a banda toca, como diz a expressão popular. Só quem pode dançar são os apadrinhados da cúpula partidária.
No "salão dos privilegiados" só entra quem tem a pulseirinha ou o crachá.

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