Um verdadeiro inferno astral vai tomar conta do agora presidenciável senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que se encontra preso pelo crime de tentativa de golpe de Estado.
Um monte de denúncias contra o filho número 1 deve vim à tona, mais especificamente no tocante ao escândalo das rachadinhas, a compra de uma mansão por R$ 6 milhões em Brasília e o relacionamento com Adriano da Nóbrega, miliciano que foi morto pela polícia da Bahia em 2020.
O lulopetismo está radiante com a escolha de Flávio para representar o bolsonarismo rotulado de raiz. A expectativa fica por conta da reação dos governadores pré-candidatos à sucessão de Lula: Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Ratinho Júnior (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG) e, principalmente, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).
A verdade é que o clã Bolsonaro não confia em Tarcísio. A "bola de cristal" da família Bolsonaro diz que o chefe do Palácio dos Bandeirantes, caso eleito para o cargo mais cobiçado da República, vai dar um chega pra lá no bolsonarismo.
O clã Bolsonaro quer manter sob controle o espólio eleitoral. Tem até os que comungam com a opinião de que é melhor Lula ser reeleito do que Tarcísio de Freitas eleito e já candidato a um segundo mandato no pleito de 2030.
Para os filhos de Bolsonaro e a madrasta Michelle Bolsonaro é melhor enfrentar Lula em 2030 do que à reeleição de Tarcísio, o lulopetismo do que o tarcisismo.
O bafafá na direita vai continuar. Tende a ficar mais intenso com a proximidade do pleito presidencial. A esquerda penhoradamente agradece.
Assista ao vídeo em que Otoni de Paula detona a escolha de Flávio Bolsonaro.
Comentários: