No comentário de ontem, segunda-feira (18), sobre a declaração do vereador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, chamando os governadores pré-candidatos à sucessão de Lula de "ratos", cobrei uma posição dos presidenciáveis em relação ao edil.
Vem agora o senhor Romeu Zema (Novo), governador de Minas, sem nenhuma dúvida o mais fraco gestor da direita, e diz que "até marido e mulher discordam".
Chamar alguém de "rato", quando se trata de política, significa que fulano é tido como uma pessoa trapaceira e desonesta. Tem também a conotação de covarde.
Romeu Zema, no entanto, tomou a decisão de minimizar as duras palavras do filho do ex-morador do Palácio do Alvorada. Hoje é "rato", amanhã "ratazana".
Que coisa feia esse putrefato puxa-saquismo para agradar Bolsonaro e seus filhos. Até hoje não se sabe a opinião de Zema sobre o tarifaço. O governador de Minas foge do assunto como o diabo da cruz.
É lamentável presenciar governadores que postulam o cargo mais cobiçado do Poder Executivo submissos ao bolsonarismo, sem luz própria.
E os outros governadores vão ficar calados? Cadê Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Junior (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União Brasil-GO)?

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