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Política

PSD, SUCESSÃO PRESIDENCIAL E A POLARIZAÇÃO

Coluna Wense, 7 de março de 2026

Marco Wense
Por Marco Wense
PSD, SUCESSÃO PRESIDENCIAL E A POLARIZAÇÃO
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O céu do pleito presidencial ainda não está de brigadeiro. Tem muitas nuvens cinzentas, o que termina impedindo uma análise mais consistente sobre à sucessão de Lula (PT-reeleição). 

O formato do processo sucessório ficará mais transparente depois que os governadores-presidenciáveis deixarem o cargo para disputar o cobiçado comando do Palácio do Planalto. 

São quatro governadores pré-candidatos: Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Ratinho Júnior (PSD-PR) e Eduardo Leite (PSD-RS). Caiado vai se filiar ao PSD do pragmático Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda.

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Kassab jura por todos os santos e orixás que o PSD vai disputar o cargo-mor do Poder Executivo. "Não há possibilidade da legenda não ter candidato em 2026", disse Kassab. A única dúvida é se a chapa será puro-sangue, com dois governadores do partido. 

A escolha do nome que vai representar o PSD na disputa presidencial deve acontecer até 15 de abril. A preferência de Kassab é por Ratinho Júnior. O plano B é Caiado. Eduardo Leite é o "patinho feio".

E Romeu Zema, governador de Minas pelo Novo? Seria um bom vice. Lembrando ao caro e atento leitor que Minas é o segundo maior colégio eleitoral da República Federativa do Brasil. 

Caso seja descartado para ser o vice de um dos presidenciáveis do PSD, só resta a Zema se aproximar do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho número 1 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, e esperar o convite para ser o vice. 

Esse Kassab não é fácil. O PSD vai ter três governadores pré-candidatos à Presidência da República. Kassab é aquele político que consegue dar nó em pingo d'água, como diz a sabedoria popular.

PSD caminha para ser o fiel da balança da sucessão de Lula. Não será nenhuma surpresa se o candidato do partido crescer nas pesquisas de intenções de voto. 

A odienta polarização lulismo versus bolsonarismo, que vai destruindo o Brasil, pode perder força com uma candidatura alternativa, uma terceira via.

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Marco Wense

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Marco Wense

Itabunense, Advogado e Articulista de Política

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