Com o inferno astral que toma conta do presidente Lula, não só no campo da política como na família, envolvendo o filho Lulinha, volta à tona o disse-me-disse de que o petista-mor não será candidato à reeleição.
O lulopetismo diz que é mais uma mentira deslavada do bolsonarismo, que a possibilidade de Lula não disputar o pleito presidencial de 2026 não existe, que é mais uma intriga da oposição.
E quem seria o candidato do PT no lugar de Lula? Não tem outro nome que não seja o de Fernando Haddad, ministro da Fazenda. Não existe outro. O PT podou o fortalecimento de outras lideranças do partido.
Haddad aceitaria, sem pestanejar, o convite para substituir o chefe do Palácio do Planalto, mesmo sabendo das dificuldades que teria diante de um antipetismo forte e cada vez mais encrustado no cenário eleitoral.
Sendo candidato, Fernando Haddad passaria a ser o principal herdeiro do espólio do lulopetismo, o representante-mor.
Eventual fracasso de um governo de direita, faria Haddad um candidato imbatível na sucessão de 2030.
No mais, dizer que acho difícil um recuo do presidente Lula, que acredita que o filho primogênito de Bolsonaro vai cair nas intenções de voto assim que começar os debates, o frente a frente com os candidatos.
Como é dada como favas contadas que a eleição terá dois turnos, o lulopetismo supõe que o tête-à-tête entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) será uma espécie de "cabo eleitoral" para conquistar os votos dos indecisos, como consequência o governo Lula 4.
A opinião unânime nos bastidores do staff do PT, entre suas principais lideranças, é que Flávio Bolsonaro não está preparado para assumir o cargo mais importante e cobiçado da República Federativa do Brasil.

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