"Aguardando Jerônimo Rodrigues, nosso líder nesse processo", disse Geraldo Junior (MDB) ao ser questionado sobre à manutenção do seu nome como vice na chapa da reeleição.
Buscou até o lado religioso, ao declarar que "não há uma folha, uma fruta que caia da árvore sem o consentimento de Deus". Esquece que o mundo da política não é bem assim. A fruta, mesmo verde, é arrancada da "barriga" da sua mãe.
Caso a escolha seja por outro nome, o emedebista vai ter que se conformar, já que a fruta caiu da árvore "com o consentimento de Deus". Esse pode ser o argumento dos que não querem Geraldo Júnior como vice do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Quem tem razão, sem lançar mão de citações religiosas, é o ex-deputado estadual Alex Lima, quando diz que a "novela" para a indicação do vice se transformou em uma "verdadeira operação tabajara".
A grande expectativa fica por conta dos irmãos Vieira Lima, ex-ministro Geddel e o ex-deputado federal Lúcio, que é o presidente de honra da legenda.
A pergunta, que já começa a ser feita nos bastidores, não só da oposição como do governismo, é de como será a reação de Geddel e Lúcio se Geraldo Júnior for defenestrado.
Os irmãos Vieira Lima vão se rebelar ou aceitar, como bons cristãos, que a fruta caiu da árvore porque teve o "consentimento de Deus"?

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