A luta para conquistar o poder, quase sempre assentada no vale-tudo, no ensinamento maquiavélico de que os fins justificam os meios, faz até filho insinuar que o pai é ignorante.
O slogan "o Bolsonaro que tomou a vacina", se referindo ao senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho primogênito do ex-morador do Alvorada, é a prova de que não se faz mais filho como antigamente.
Flávio se junta aos que chamaram o então presidente Jair Messias Bolsonaro de "negacionista", inimigo da ciência. Lembrando que milhares de pessoas morreram pela covid-19 porque seguiram o negacionismo do líder do bolsonarismo, considerado como "mito".
Outro ponto é que Flávio Bolsonaro precisa dizer se confia ou não nas urnas eletrônicas. E aí cabe uma pertinente e oportuna pergunta: vai aceitar o resultado do pleito se for derrotado?
Concluo dizendo que Flávio Bolsonaro quer distância do provérbio popular "tal pai, tal filho" e do ditado "filho de peixe, peixinho é".

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