Inacreditável, parece coisa do outro mundo presenciar pessoas vibrando com o tarifaço sobre os produtos brasileiros, torcendo pelo "quanto pior, melhor".
São indiferentes às consequências que as medidas do trumpismo pode trazer para o povo brasileiro, entre elas o aumento do desemprego. O sentimento dessas pessoas tem a temperatura da barriga da lagartixa.
Entre o Brasil e os EUA, que se dane o Brasil. Que "patriotismo" é esse? Ficar a favor de medidas que vão afetar a vida dos brasileiros, independente de ideologia ou disputa entre grupos políticos, é coisa de quem não é gente.
O "Brasil acima de tudo", diz o bordão bolsonariano. Estão colocando os EUA acima do Brasil. Desdenham que as sanções atingem a todos, principalmente os que ocupam a parte de baixo da pirâmide social, vítimas da disputa desenfreada pelo poder, assentada no vale-tudo, no ensinamento maquiavélico de que os fins justificam os meios.
Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro, filho número 3 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, deputado federal licenciado, morando nos EUA, não abre mão do salário parlamentar de R$ 46,3 mil. Como não bastasse, o pai Bolsonaro fica enviando dinheiro, via Pix, arrecadado pelas doações dos apaixonados e bondosos bolsonaristas.
Concluo repetindo o primeiro parágrafo: É inacreditável, parece coisa do outro mundo presenciar pessoas vibrando com o tarifaço sobre os produtos brasileiros, torcendo pelo "quanto pior, melhor".

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