Se arrependimento matasse, Romeu Zema, candidato ao cargo mais cobiçado do Poder Executivo pelo Novo, já estaria morto. Deve estar arrependido por não ter aceito ser o vice de Flávio Bolsonaro (PL). E foi convidado, por mais de duas vezes, pelo próprio número 1. Zema não consegue sequer chegar perto de 3% nas intenções de voto. E o pior é que o chamado "voto útil" antipetista vai fazer com que Zema tenha um fim melancólico: uma votação abaixo de 2%. Se arrependimento matasse...
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