Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 10 de Setembro 2026
Eleições 2026

A TESE DE MARCO WENSE: POR QUE O "FREIO DE ARRUMAÇÃO" ENTRE JERÔNIMO E ACM NETO RUIU

Caso Banco Master na Bahia: Suposto Pacto de Não Agressão Rói em Meio a Troca de Acusações

Mandato Bahia
Por Mandato Bahia
A TESE DE MARCO WENSE: POR QUE O
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A hipótese de um "pacto de não agressão" ou "freio de arrumação" entre as lideranças do PT e do União Brasil na Bahia durou pouco nos bastidores políticos. Lançada como provocação pelo analista Marco Wense, na Coluna Wense do site Mandato Bahia, a tese de que os grupos do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e do ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) poupariam o tema do Caso Banco Master ruiu diante dos holofotes e dos microfones das campanhas.

O escândalo, que envolve desdobramentos sobre a instituição financeira do empresário Daniel Vorcaro, converteu-se em uma verdadeira "faca de dois gumes" na política baiana. Por atingir e interessar a figuras de peso de ambos os lados — de caciques petistas a aliados da oposição —, analistas chegaram a cogitar uma trégua estratégica para evitar o desgaste mútuo. Contudo, a pressão da corrida eleitoral falou mais alto.

Ataques Abertos e Contra-Ataque Direto

A ruptura do suposto acordo velado ficou evidente após declarações públicas do governador Jerônimo Rodrigues, que atacou abertamente o adversário ao citar supostas prestações de consultoria de ACM Neto ao banco investigado.
A reação da oposição foi imediata:

Leia Também:

  • Negativa Veemente: ACM Neto rebatou as insinuações, negando qualquer irregularidade na sua atuação profissional ou política.
  • Acusação de Manipulação: O líder do União Brasil acusou o grupo governista de manipular vazamentos de informações sem a devida homologação judicial.
  • Aposta no Desespero: Neto afirmou que os ataques refletem o "desespero" do governo do Estado diante da disputa eleitoral, recorrendo ao uso político do caso para criar desgastes narrativos.

A Vulnerabilidade dos Pactos de Bastidor

O fracasso da trégua expõe uma dinâmica recorrente nos bastidores partidários: em ano de pleito e com palanques armados, assuntos explosivos raramente permanecem sob controle. A tentativa de erguer um muro de contenção sobre um escândalo com ramificações bilaterais não resistiu ao cálculo eleitoral, onde empurrar o desgaste para o adversário costuma se sobrepor à prudência institucional.


Com a escalada do tom entre as principais lideranças do estado, o Caso Banco Master consolida-se como um dos eixos de atrito central da disputa na Bahia, demonstrando que o "discurso de cavalheiros" dura apenas até o momento em que a sobrevivência política exige o confronto direto.



Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR