O comando estadual do PT, sob a batuta de Éden Valadares, vai realizar mais 33 plenárias para discutir o processo sucessório nos municípios. Será nesse fim de semana. Itabuna não consta na lista.
A sucessão de Augusto Castro, do PSD, legenda da base aliada do jeronismo, é tida como a mais complicada e enigmática. Nem as freiras do convento das Carmelitas sabem o desfecho do pega-pega entre o PT 1, que quer o ex-prefeito Geraldo Simões como candidato da federação PT/PCdoB/PV, e o PT 2, que defende o apoio da sigla ao segundo mandato (reeleição) do chefe do Executivo.
O imblóglio tende a ficar mais intenso com a proximidade do pleito de 2024. Costumo dizer que ainda tem muita água, limpa e suja, para passar sob a ponte da sucessão.
Sobre o reinício dos encontros com os companheiros, Valadares disse que "2024 será um ano de crescimento do PT na Bahia e no Brasil". A declaração do presidente do Partido dos Trabalhadores deixou o PT geraldista empolgado e, como consequência, o augustiano triste.
A plenária de Itabuna, que promete fortes emoções, passa a ser o assunto mais comentado nos bastidores do petismo itabunense. Salvo algum acidente de percurso, já está marcada para 28 de outubro.
A grande expectativa gira em torno do pronunciamento de Geraldo Simões e do vereador licenciado Manoel Porfírio, a principal liderança do PT augustiano
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Tiraram mil fotos. Mas a que chamou mais atenção na sabatina de Lúcio Vieira no "Senado" do Café Pomar foi a do presidente de honra do MDB com Geraldo Simões, pré-candidato do PT à Prefeitura de Itabuna, e o médico Antônio Mangabeira, dirigente-mor do PL local. Amanhã na Coluna Wense.