O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem a oportunidade de mostrar que é um patriota de verdade, diferente do irmão Eduardo e do pai Jair Messias Bolsonaro.
O irmão, hoje morando nos Estados Unidos, comemorou o tarifaço sobre os produtos brasileiros. E queria mais e mais, sem sequer se preocupar com as consequências, principalmente a perda de milhares de empregos.
A Pátria do bordão "Deus, Pátria e Família" foi jogada na lata do lixo pelo número 3, que se sentia honrado quando alguém dizia que ele era o "pai" brasileiro do tarifaço.

O pai Jair Messias Bolsonaro andou batendo continência para a bandeira dos Estados Unidos, em um vergonhoso, nojento e deplorável puxa-saquismo ao presidente Donald Trump.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, declarou que as tarifas podem ser restabelecidas, mesmo depois da decisão da Suprema Corte de derrubá-las.
Como vai se comportar o presidenciável Flávio Bolsonaro diante de um novo tarifaço? Vai ficar de que lado, do trumpismo ou do povo brasileiro?
Não pode é fugir do assunto como o diabo da cruz. Como pré-candidato à Presidência da República tem a obrigação de tornar pública sua posição.
Lembrando ao caro e atento leitor que Flávio vem fazendo de tudo para mostrar que é diferente do pai e do irmão, se autointitulando como integrante da direita moderada.
Flávio Bolsonaro quer enterrar o ditado popular de que "filho de peixe, peixinho é".

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