Editorial de ontem, sexta-feira, 25 de julho de 2025, no The Economist: "EUA fazem ao Brasil maior ataque pós-Guerra Fria e Trump colhe efeito contrário".
E o filho número 3 do ex-morador do Alvorada, deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, que continua recebendo o salário parlamentar sem trabalhar, anda comemorando as maldades do presidente Donald Trump com o Brasil.
E mais: tem o prazer de dizer que foi o protagonista-mor, o responsável pelo tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. E tem mais: que não haverá eleição para presidente da República no pleito de 2026.
E mais: a bola da vez é o Congresso Nacional. O filho número 3 ameaça com sanções David Alcolumbre (UB-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB), respectivamente presidentes do Senado e Câmara dos Deputados, se não pautarem o projeto da anistia, o que pode beneficiar Jair Messias Bolsonaro, o tornando elegível. Que sanções seriam essas contra Alcolumbre e Motta? A pergunta é oportuna e pertinente.
Cadê o comando nacional do União Brasil e do Republicanos? Vão deixar seus ilustres filiados sendo atacados por Eduardo Bolsonaro, o "patriota" de araque?
Uso sempre a palavra "impressionante" quando vejo cidadãs e cidadãos brasileiros vibrando com a sobretaxa trumpista, indiferentes com as consequências, sendo a maior delas o preocupante aumento do desemprego.
O bolsonarismo jogou o bordão "Brasil acima de tudo" na lata do lixo. Quem está acima de tudo são os Estados Unidos. O discurso do "patriotismo", o maior "cabo eleitoral" da eleição do então candidato Jair Messias Bolsonaro, mais eficaz do que a pregação antipetista, foi para a sarjeta.
Eduardo Bolsonaro vai se transformando no maior coveiro do bolsonarismo. Todo dia joga uma pá de cal no buraco. Usando uma linguagem mais, digamos, lapidada, na cova, na sepultura.
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