Com o tarifaço de 25% sobre os produtos brasileiros, as próximas pesquisas devem apontar uma nova queda nas intenções de voto para o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro. Como se não bastasse, ainda há declarações de pessoas influentes do governo Trump contra o Pix.
Lembro ao caro e atento leitor que os Estados Unidos, nos últimos 15 anos, tiveram um superávit de bens e serviços com o Brasil de US$ 424,5 bilhões. Pois é. Era o Brasil que deveria estar reclamando.
Outro ponto é que as pesquisas vão apontar que o clã Bolsonaro, mais especificamente Flávio e Eduardo, fez lobby a favor da nova sobretaxa, que passa a vigorar a partir da próxima quarta-feira.
Flávio Bolsonaro está perdendo força no eleitorado evangélico e entre as mulheres. Com o novo tarifaço e as críticas ao Pix, chegou a vez dos empresários, com destaque para os milionários da Faria Lima.
Que situação, hein! Só falta agora o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha do número 1, desistir da difícil missão de eleger Flávio ao cargo mais cobiçado do Poder Executivo. Já há um disse-me-disse sobre o assunto.
E assim caminha a República Federativa do Brasil, com uma odienta polarização assentada no salve-se quem puder.
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