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Domingo, 19 de Abril de 2026
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Eleições 2024

Lúcio Vieira compara facada de Bolsonaro com eleição de Augusto Castro em Itabuna; entenda

Lúcio Vieira também afirmou que Augusto Castro está cometendo um erro primário na política

Mandato Bahia
Por Mandato Bahia
Lúcio Vieira compara facada de Bolsonaro com eleição de Augusto Castro em Itabuna; entenda
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O ex-parlamentar Lúcio Vieira Lima (MDB), em uma entrevista exclusiva ao BNews, respondeu às críticas do atual prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), em relação ao pré-candidato da cidade, Geraldo Simões (PT). Conforme a análise do ex-deputado, Castro está cometendo um erro fundamental na política, que ele denomina de 'passar recibo'. "Ele vinha adotando a estratégia com alguns partidos de afirmar que Geraldo não seria candidato e que o PT o apoiaria. Ao fazer isso, ele claramente indica que Geraldo agora é seu adversário", destaca o ex-deputado.

O emedebista ainda acrescenta que esse fato apenas reforça a ideia de que, nas pesquisas, Augusto estaria perdendo popularidade continuamente. "Isso evidencia que, a cada pesquisa, Geraldo está ganhando terreno nos últimos dois, três meses, enquanto ele [Augusto] está perdendo. Eles já estão empatados tecnicamente", continua.

Apesar da postura do prefeito de Itabuna, Lúcio assegura estar satisfeito com a posição do gestor, pois isso confere uma certa tranquilidade em relação aos caminhos que estão sendo trilhados para vencer as eleições. "Nesses dois últimos dias, ele começou a atacar tanto o Pancadinha quanto Geraldo, o que é típico de alguém que está perdendo espaço, enquanto os dois estão ascendendo", esclarece.

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Por fim, Lúcio observa que o comentário do prefeito sobre a derrota de Geraldo Simões nas eleições não faz sentido, uma vez que o ex-presidente Lula (PT) também perdeu três eleições antes de assumir a presidência do Brasil. Além disso, ele compara a vitória de Augusto Castro na cidade à situação de Bolsonaro, que só foi eleito devido à sua experiência com a COVID-19. "Ele só foi eleito porque contraiu a Covid. Nesse contexto, as pessoas, sensibilizadas com a situação dele, acabaram elegendo-o. A Covid foi para Bolsonaro o que a facada foi para ele, uma oportunidade de assumir o cargo", conclui.

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FONTE/CRÉDITOS: Luana Neiva / BNews
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