Em curso novo "tarifaço" de Donald Trump contra o Brasil, obviamente assentado nos interesses econômicos e geopolíticos dos Estados Unidos.
Lembrando ao caro e atento leitor que a Suprema Corte dos EUA considerou ilegal a primeira tentativa de tarifar não só o Brasil como outros países.
O governo Trump, como argumento para um novo "tarifaço", acusa o agronegócio brasileiro de usar mão de obra forçada, semelhante ao tempo da escravidão. Segundo os agricultores americanos, essa prática torna os brasileiros mais competitivos.
Os EUA não admitem nenhum país à sua frente, seja em qualquer setor da economia. Primeiro eu, depois eu.
A expectativa fica por conta do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), filho mais velho do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que se sentia orgulhoso quando batia continência para a bandeira dos Estados Unidos.
O eleitorado mais bolsonarista é do agronegócio, obviamente os patrões. Diria que 80% vão votar e fazer campanha para Flávio Bolsonaro.
A expectativa fica por conta de que lado vai ficar o filho primogênito do ex-morador do Alvorada, do presidente Trump ou do agronegócio brasileiro?
Será mais um teste para o "patriotismo" de Flávio Bolsonaro, que no "tarifaço" anterior preferiu o silêncio conivente e ensurdecedor.

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