Os resultados das eleições de 2026 vão indicar quem tem força política e viabilidade eleitoral para disputar a sucessão municipal de 2028.
Um fraco desempenho serve como um aviso: esqueça ser prefeiturável. Se quiser continuar na política, postule uma vaga na Câmara de Vereadores.
Outro fator que influencia é o pleito para o Governo do Estado. No caso de Itabuna, se Jerônimo Rodrigues (PT) vai ser reeleito ou derrotado por ACM Neto, vice-presidente nacional do União Brasil.
Salta aos olhos que o caminho do prefeiturável fica com menos obstáculos se tiver o apoio da maior autoridade do Poder Executivo estadual, o chefe do cobiçado Palácio de Ondina.
Mas tem outro ponto. E esse diz respeito aos partidos políticos, ao comando da legenda no município. Veja abaixo, caro e atento leitor, um exemplo.
Uma determinada agremiação partidária tem dois candidatos à Assembleia Legislativa do Estado. O que tiver uma significativa votação pode assumir o controle da sigla. Na política, o oxigênio é o voto.
O mesmo raciocínio do parágrafo acima serve também para o candidato ao Parlamento Federal, à Câmara dos Deputados.
No mais, esperar os resultados do processo eleitoral de 2026, que pode ter algumas surpresas e sobressaltos, dois ingredientes inerentes ao movediço, traiçoeiro, cruel e perverso mundo da política.
Os "cavalinhos" estão na pista com seus jóqueis. Quem não chegar ao pódio, como primeiro, segundo ou terceiro colocado, passa a ser carta fora do baralho na sucessão municipal.
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