O valor acima corresponde ao dinheiro do fundo eleitoral para a campanha da reeleição da deputada federal Roberta Roma, esposa de João Roma, presidente estadual do PL e candidato ao Senado.
A invejável quantia vem dos cofres públicos, dinheiro do cidadão e da cidadã, do eleitor-contribuinte, do povo brasileiro.
A manchete do site Política Livre, do sempre bem informado Raul Monteiro, causou uma revolta no PL: "Esposa de João Roma recebe fundo partidário milionário para tentar reeleição à Câmara".
Veja, caro e atento leitor, o que a Coluna Wense disse em 12 de agosto de 2026, uma quarta-feira.
"Os partidos não podem tratar os candidatos de maneira diferenciada, principalmente em relação a ajuda para a campanha via fundo eleitoral".
"O princípio da isonomia não poder ser violado, jogado na lata do lixo. A seletividade afronta a imprescindível equidade".
Outro lembrete é que a "farinha" dos fundos partidário e eleitoral não é pouca. Os R$ 3,1 milhões poderiam ser distribuídos de maneira mais democrática.
Pelo andar da carruagem, o faz-me rir é também seletivo. O mesmo deve estar acontecendo em outras legendas.
É por essas e outras que outros candidatos são rotulados de "buchas de canhão". No contexto político, pessoas que são usadas pelo líderes partidários para ajudar a eleger os seus preferidos.
E assim caminha a República Federativa do Brasil
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