O governo de Donald Trump, que deveria estar preocupado com as nefastas consequências que a guerra com o Irã vai trazer para o mundo, inclusive para os Estados Unidos, fica procurando motivos para impor novas taxas ao Brasil.
A alegação do trumpismo é a mesma: as práticas comerciais com o Brasil são injustas, o que não é verdade, como já ficou provado. Em curso, um novo "tarifaço".
Vale lembrar ao caro e atento leitor que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, hoje morando nos Estados Unidos, vibrou com a taxação imposta pelo governo Trump.
O filho número 3 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro se sentia feliz da vida quando alguém dizia que ele era o "pai brasileiro" do tarifaço. O "patriotismo" era de mentirinha, um ledo engano.
E o senador-presidenciável Flávio Bolsonaro, filho primogênito do ex-chefe do Palácio do Planalto, o que acha desse provável novo tarifaço?
Qual a opinião de Flávio Bolsonaro sobre essa nova taxação? Como pré-candidato à sucessão de Lula tem a obrigação de tornar pública sua posição.
Será que o "patriotismo" de Flávio Bolsonaro é também de mentirinha?
O povo brasileiro não merece um presidente que vai passar todo o governo defendendo os interesses dos Estados Unidos.
A soberania, além de ser um dos fundamentos da República, como preceitua o artigo 1°, inciso I, da Constituição Federal, é cláusula pétrea.

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