No mundo da política, que costumo dizer que é movediço, cruel e traiçoeiro, o que tem de mais nojento é o puxa-saquismo.
Os bajuladores de plantão, também chamados de "bonecos de engonço", têm o cheiro daquilo que o gato esconde na areia. São uns pobres coitados desprovidos de personalidade e caráter.

Quando fui candidato a vereador em Itabuna, pelo PDT, salvo engano com 25, 26 anos, então presidente do DA de Direito da FESPI, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), usei como slogan da campanha "Chega de vereador puxa-saco".
Foi eleito? Deve ser a primeira pergunta do caro e atento leitor. Não. Mas fui bem votado: 385 votos. O saudoso professor Herlon Brandão se elegeu com 405 sufrágios.
E por falar no PDT, fundado pelo saudoso e inesquecível Leonel Brizola, que tive a honra de conversar em três oportunidades, foi meu primeiro e único partido. Já se vão quase 40 anos de pedetismo e brizolismo na veia. Presidir o PDT de Itabuna por duas vezes.
Em 10 de maio de 2024, aqui no Mandato Bahia, fiz um comentário sobre os puxa-sacos, essas figuras putrefatas da política. Leia aqui.

Concluo dizendo que os puxa-sacos continuam com a bajulação a todo vapor.

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