O óbvio ululante é dizer que a sucessão municipal de 2028 passa pelos resultados do pleito de 2026, mais especificamente para à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Tem um teto de votos que coloca tal candidato como potencial prefeiturável. Quem tem pretensão pelo cargo mais cobiçado do Poder Executivo municipal, tem que sair da disputa com uma boa votação. No caso de Itabuna, não menos de 10 mil sufrágios. Por enquanto, pelas pesquisas, só Andrea Castro (PSD) e o deputado estadual Fabrício Pancadinha (PDT). Como à candidatura da primeira-dama está descartada, Pancadinha caminha para ser um prefeiturável, tentando pela segunda vez o comando do centro administrativo Firmino Alves.
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