Mandato Bahia - Política Inteligente - Ilhéus

Quarta-feira, 03 de Junho de 2026
vipgas
vipgas

Política

O "ANDOR" NA POLÍTICA É TAMBÉM DE BARRO

Coluna Wense, 3 de junho de 2026

Marco Wense
Por Marco Wense
O
Witon Junior/Tiago Queiroz/Taba
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Os presidenciáveis Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) decidiram tomar outro caminho na campanha: o da pacificação com Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL.

Caiado até que evitou fazer duras críticas a Flávio no encontro que o primogênito de Jair Messias Bolsonaro teve com Daniel Vorcaro, que já se encontrava de tornozeleira. 

Zema foi mais duro. Parecia até um petista. Deixou os bolsonaristas irritados, a ponto de considerarem o rompimento político como inevitável. 

Publicidade

Leia Também:

Tudo mudou. Caiado e Zema fizeram as pazes com o número 1. São agora aliados de primeira hora. Um por todos e todos por um. Amigos para sempre. 

Zema e Caiado foram orientados a não criar problemas com o bolsonarismo. Seus marqueteiros acham que a situação de Flávio tende a piorar, o que pode provocar uma mudança do seu eleitorado em direção aos ex-governadores. 

Como vão se comportar Caiado e Zema com o surgimento de novas denúncias contra Flávio Bolsonaro? É a pergunta que começa a ser feita depois da troca de elogios entre os três postulantes ao cargo mais cobiçado do Poder Executivo. 

Zemistas e caiadistas dão como favas contadas a queda de Flávio Bolsonaro nas próximas pesquisas de intenções de voto, bem como o aumento da rejeição. 

Até as freiras do convento das Carmelitas sabem que a maioria esmagadora de quem não vai mais votar no número 1 deve escolher Romeu Zema ou Ronaldo Caiado.

Flávio Bolsonaro "estar no mato sem cachorro", como diz o dito popular. Não pode ficar contra o tarifaço e nem a qualquer iniciativa para acabar com o PIX, sob pena de desagradar Donald Trump. 

Lembrando também que ser contra o fim da escala 6x1, que tem o apoio de mais de 80% do povo brasileiro, é outro suicídio político. Em relação ao PIX, acredito que passa dos 90%. 

Quanto ao presidente Lula, cujo lulismo já andava sem nenhuma esperança com à reeleição, se faz urgente que tenha mais cuidado no seu discurso, evitando a soberba.

O "já ganhou" no processo político é desaconselhável. O petista-mor está euforicamente exagerado.

Concluo dizendo que o "andor" na política é também de barro. Portanto, devagar com ele. Todo cuidado é pouco.

Comentários:
Marco Wense

Publicado por:

Marco Wense

Itabunense, Advogado e Articulista de Política

Saiba Mais

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!