Quem acompanha a modesta Coluna Wense sabe que venho dizendo que a permanência do deputado federal Leo Prates no PDT estava ficando complicada, que sua desfiliação era só uma questão de tempo.
Que o novo abrigo partidário de Leo Prates seria o Republicanos, do bispo-deputado Márcio Marinho, ou o União Brasil de ACM Neto, seu amigo de infância, pré-candidato ao governo da Bahia no pleito de 2026.
O relacionamento político entre Leo Prates e o também deputado federal Félix Júnior, presidente estadual do PDT, piorava a cada dia. Eram ferrenhos adversários dentro da legenda.
Com a ida do PDT para a base aliada do lulopetismo da Boa Terra, não restou outro caminho para Leo Prates que não fosse deixar a sigla fundada pelo saudoso e inesquecível Leonel de Moura Brizola.
Leo Prates, cuja reeleição é dada como certa, tomou a decisão de ir para o Republicanos. Não sei se vai frequentar a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), instituição ligada ao partido.
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