Falamos sempre dos políticos, com mandato ou não, de partidos x, y ou z, rotulados de esquerda, direita, centro e suas variantes.
E os eleitores? O que chama atenção em uma significativa parcela do eleitorado é o fanatismo, a adesão cega por um político ou uma corrente política, a recusa em aceitar críticas.
São portadores de uma obsessão doentia. A postura extremista, tratando os opositores como ferrenhos inimigos, a ponto de desejar a morte, é muito preocupante.

É o que acontece no Brasil com essa odienta polarização lulismo versus bolsonarismo, com os "mitos" da direita e da esquerda, respectivamente Jair Messias Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Tem gente que até hoje acha que o escândalo do mensalão, no então governo Lula, não existiu. Foi uma invencionice da oposição e de alguns setores da imprensa.
Como também tem gente achando que o áudio da conversa de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro não é verdadeiro. Foi feito pela inteligência artificial, abreviadamente IA.
É coisa de louco. Mesmo o número 1 admitindo que conversou com o dono do Banco Master, bolsonaristas continuam achando que é tudo notícia falsa.
O doentio fanatismo agrada o lulismo e o bolsonarismo, já que mantém viva a polarização, dando um chega pra lá na chamada "terceira via".
Por que a expressão "terceira via" está aspeada? Porque não existe. Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) são bolsonaristas do mesmo campo ideológico do clã Bolsonaro.
Lembrando ao caro e atento leitor que Zema e Caiado lançaram suas pré-candidaturas com os olhos direcionados para ser vice de Flávio Bolsonaro (PL).

Comentários: