"Completamente descartado, nunca discuti isso com o presidente. Não que seja imprescindível, mas sequer sou graduado em Direito", declarou o senador.
Ao longo da entrevista, o senador também justificou a escolha do presidente em indicar seu nome, argumentando que, nessa situação, o relacionamento com o indicado é um fator influente.
Jaques Wagner também confirmou que, com a sabatina de Flávio Dino agendada para o próximo dia 13 de dezembro, ele iniciará um processo de negociação para obter apoio à indicação no Senado.
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"Dentre os três nomes sugeridos, Dino é quem mantém uma relação mais duradoura com o presidente, desde os tempos da luta pela anistia, quando ele era governador e o presidente ocupava o cargo. Além disso, possui uma formação sólida na área do direito, sendo o primeiro colocado no concurso para juiz federal. Ele foi governador do Maranhão por duas vezes, um estado de grande importância. Portanto, acredito que o presidente ponderou isso ao fazer a escolha. Aqui, vou começar a trabalhar buscando votos para ele, enquanto ele começará a solicitar apoio aos demais senadores", concluiu ele.
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