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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
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Prefeito de Catu é processado pela Petrobras por invasão de propriedade

A propriedade, conhecida como “Fazenda Mangueira”, teria sido adquirida pela Petrobras em 1983

Mandato Bahia
Por Mandato Bahia
Prefeito de Catu é processado pela Petrobras por invasão de propriedade
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A Petrobras está processandoo prefeito de Catu, Pequeno Sales (PT), por conta de uma invasão de uma propriedade na região de Entre Rios, na região nordeste do estado da Bahia. 

De acordo com a estatal, que entrou com o processo em 2021, o imóvel foi ocupado irregularmente pelo gestor municipal catuense, impedindo o trabalho de seus funcionários.

A propriedade, conhecida como “Fazenda Mangueira”, teria sido adquirida pela Petrobras em 1983, através de uma desapropriação indireta. Antes, a empresa já atuava na região, com a perfuração de um poço que foi concluída em 1971.

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Nesse sentido, conforme o relato no processo, seriam mais de 50 anos em que a empresa trabalha na propriedade, com realização de obras e serviços de exploração, pesquisa, lavra, armazenamento e transporte de petróleo e seus derivados.

No entanto, segundo a Petrobras, o imóvel foi invadido por diversos indivíduos, incluindo o prefeito Pequeno Sales, que teria ocupado 60% da propriedade, instalando cercas, colchetes, cancelas e portões, que impedem o livre acesso dos funcionários da estatal na propriedade.

A Petrobras relata também que o Estado da Bahia concedeu a Pequeno Sales um título de propriedade do imóvel, por uma suposta doação, sem que a real proprietária — no caso, a empresa — tenha sido sequer comunicada do fato.

“A Petrobras jamais foi chamada a participar do referido processo administrativo, tampouco tomou conhecimento de tal procedimento e sequer recebeu indenização devida pelo claro prejuízo que sofreu, pois teve sua propriedade esbulhada pelo réu, esbulho este que foi posteriormente chancelado de forma arbitrária pelo Estado da Bahia que violou de forma brutal o direito de propriedade alheio”, apontou a empresa na ação.

Com esses argumentos, a Petrobras pediu a anulação do título de propriedade concedido ao prefeito de Catu, garantindo a retomada da posse da área invadida por parte da empresa

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FONTE/CRÉDITOS: Com informações do jornal A Tarde
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