“Tem candidato que só aparece de quatro em quatro anos. Mas será que conhece Ilhéus de verdade?”
A pergunta feita por Marão nas redes sociais abriu uma discussão sobre a presença e o vínculo dos candidatos com a cidade. Em tom direto e provocador, ele questiona os chamados “candidatos de Copa do Mundo”, que surgem apenas em períodos eleitorais, sem uma trajetória de trabalho, entrega ou convivência com a comunidade.
A provocação é direta: conhecem Ilhéus além dos cartões-postais?
Marão cita lugares que fazem parte da memória e do cotidiano de milhares de ilheenses: Beco do Mijo, Saboaria, Cascateira, Veloza de Baixo, Malvinas, Pina, Larica, Proa, Mambape, Japu, Sapucaieira e Mata da Esperança.
“Conhecem as pessoas, os problemas, as histórias e a realidade de cada lugar?”, questiona.
Mais do que uma crítica eleitoral, a fala coloca em debate o sentimento de pertencimento. Para Marão, representar Ilhéus exige presença, vínculo, escuta e conhecimento da realidade de quem vive na cidade durante todo o ano e não apenas durante uma campanha.
O ex-prefeito também apresenta como referência sua trajetória de oito anos à frente da Prefeitura, entre 2017 e 2024, período marcado por investimentos em saúde, infraestrutura, mobilidade, educação e habitação. Entre as obras e ações de sua gestão estão a Ponte Jorge Amado, intervenções na Orla Sul e na BR-415, a Policlínica Regional, o Hospital Materno-Infantil Joaquim Sampaio, a UPA da Avenida Esperança, além de obras de pavimentação, drenagem, urbanização e habitação popular.
Agora, com os olhos voltados para os 500 anos de Ilhéus, Marão defende que a cidade precisa pensar além da próxima eleição: atrair investimentos, gerar empregos, fortalecer o turismo, ampliar oportunidades e continuar avançando.
O compromisso de Marão é continuar atraindo investimentos para Ilhéus e criar condições para que novos negócios, empregos e oportunidades cheguem à cidade e a toda a região.
A proposta, segundo ele, também passa por uma construção regional, aproximando Ilhéus dos municípios vizinhos e fortalecendo uma visão metropolitana capaz de integrar economia, infraestrutura, turismo, serviços e oportunidades em todo o Sul da Bahia.
“Precisamos continuar avançando, conversar com todo mundo e trabalhar pelo bem-estar do nosso povo. Vamos deixar de conversinha.”
A discussão está aberta
A fala de Marão também lança um convite à população: participar do debate e cobrar de quem pretende representar a cidade presença, propostas, compromisso e resultados.
Afinal, quando se fala no futuro de Ilhéus, a discussão não deve ficar restrita aos candidatos.
É uma conversa que pertence a toda a cidade.
Quem conhece os bairros? Quem conhece as comunidades? Quem tem história e trabalho construídos aqui? E, principalmente, quem apresenta um projeto capaz de levar Ilhéus e toda a região para os próximos 500 anos?
O futuro de Ilhéus se constrói com presença, trabalho, investimento e compromisso não apenas de quatro em quatro anos.
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