Essa insistência de Jaques Wagner em continuar como líder do governo Lula no Senado é a prova inconteste de que o parlamentar é adepto do "primeiro eu", que se dane o PT, lulopetismo e, mais especificamente, à reeleição do petista-mor. Ora, ora, para o Partido dos Trabalhadores, o quarto mandato de Lula é infinitamente mais importante do que à sobrevivência política de Wagner. Ou Lula afasta o companheiro da liderança ou a "vaca" da reeleição vai para o brejo. A conjuntura pede o afastamento. Do contrário, Wagner será o maior "cabo eleitoral" do também senador e presidenciável Flávio Bolsonaro, o número 1 do "mito" da direita brasileira.
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