Os eles do título da coluna de hoje são o presidente Lula (PT), que busca o quarto mandato, via instituto da reeleição, e o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O filho número 1 do ex-presidente Bolsonaro, que se encontra em prisão domiciliar, condenado pelo crime de tentativa de golpe de Estado, comemorou a ação movida por Alexandre de Moraes, ministro do STF, por suposta calúnia ao chefe do Palácio do Planalto.
Para o bolsonarismo, qualquer iniciativa de Alexandre de Moraes contra Flávio só faz oxigenar sua campanha, robustecendo o argumento de perseguição política e do ativismo político da Alta Corte.
Insinuar que o presidente Lula tem ligação com o tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras e eleições fraudadas, é de uma inominável irresponsabilidade. Fico a imaginar Flávio Bolsonaro como presidente da República.
Quanto ao lulopetismo, o que se comemora é o pedido de vista da oposição na votação da PEC que propõe o fim da escala 6x1, a diminuição da jornada de trabalho. A PEC e o "Pacote de Bondades" são os maiores "cabos eleitorais" da reeleição de Lula.
Depois do pedido de vista, o próximo passo do PT é dizer que a direita, que tem Flávio Bolsonaro como pré-candidato à sucessão de Lula, é contra o empregado e a favor do patrão.
Com a proximidade do pleito, vem à tona a chamada "Guerra das Narrativas". Cabe ao eleitor ficar atento. Os políticos, em ano eleitoral, costumam "pinoquiar".

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