O pior não são esses empréstimos que até as freiras do convento das Carmelitas sabem que mais da metade não será pago. O problema é que não há prestação de contas da dinheirama. Mas grave ainda é a falta de uma investigação rigorosa por parte das instituições que têm a função de fiscalizar à aplicação do dinheiro público, dinheiro do povo brasileiro. Cabe aos Tribunais de Contas dos estados e municípios essa imprescindível missão, diria até que patriota. Tem também à Assembleia Legislativa e o Parlamento municipal. Como são instituições mais políticas do que técnicas, a tendência é que seus integrantes cruzem os braços, principalmente os que têm ligação com o grupo político do governador e do prefeito.
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