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Sexta-feira, 06 de Novembro 2026
Política

OS IRMÃOS VIEIRA LIMA, ANGELO CORONEL E O COMPADRE OTTO ALENCAR

Coluna Wense, 21 de dezembro de 2025

Marco Wense
Por Marco Wense
OS IRMÃOS VIEIRA LIMA, ANGELO CORONEL E O COMPADRE OTTO ALENCAR
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O MDB dos irmãos Vieira Lima, Lúcio e Geddel, foi empurrado para o fim da fila na composição da majoritária encabeçada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT-reeleição). 

Até as freiras do convento das Carmelitas sabem que o MDB está atrás do PSD do senador Otto Alencar e do Avante do empresário Ronaldo Carletto, que anda insatisfeito com o tratamento dado pelo lulopetismo. 

Já se sabe que o atual vice-governador Geraldo Júnior, indicação do MDB, não vai mais integrar a majoritária. Lembrando ao caro e atento leitor que Geraldo, então candidato a prefeito de Salvador, na última sucessão soteropolitana, obteve menos votos do que Kleber Rosa (PSOL). 

Pelo andar da carruagem, o MDB vai perder o "direito" de indicar o vice de Jerônimo Rodrigues (PT), que legitimamente busca o segundo mandato, via instituto da reeleição. 

Agora temos duas expectativas no que diz respeito à base aliada governista: 1) a reação do comando nacional do PSD com a defenestração de Angelo Coronel da majoritária. 2) como irão se comportar Lúcio e Geddel se o MDB ficar de fora da chapa da reeleição do chefe do Palácio de Ondina. 

Concluo dizendo que ainda tem muita água para passar sob a ponte da sucessão estadual, água limpa e suja.

PS (1) - Segue abaixo, ipsis litteris, um trecho da Coluna Wense de 27 de novembro de 2025. 

"Em reunião com a bancada baiana do PSD na Câmara dos Deputados, questionado em relação à defenestração do senador Angelo Coronel (PSD-reeleição) da majoritária, Otto enviou um duro recado ao lulopetismo: "O Coronel é candidato à reeleição. Não pode ser excluído da chapa pelo capricho do PT de indicar dois candidatos ao Senado", declarou Otto, se referindo a Jaques Wagner e Rui Costa. 

PS (2) - Angelo Coronel só espera o momento certo para cobrar do compadre Otto o que falou na reunião da bancada

 

 

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O ditado popular "farinha pouca, meu pirão primeiro" toma conta do Congresso Nacional. Está cada vez mais enraizado no Senado e na Câmara dos Deputados. Em votação ontem, sexta-feira (19), os parlamentares tiraram dinheiro dos benefícios previdenciários e do programa Pé-de-Meia para as emendas parlamentares. O total foi de R$ 11,5 bilhões do orçamento de 2026, ano eleitoral, onde o vale-tudo da campanha é assentado no ensinamento maquiavélico de que os fins justificam os meios. E assim caminha a República Federativa do Brasil. 

HR Multimídia

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Hélio Ricardo

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