Como o assunto voltou à tona, mais especificamente nos grupos de whatsapp, repito que são as pesquisas de intenções de voto que vão dizer se Geraldo Simões (PT) será ou não candidato a prefeito de Itabuna no pleito de 2024.
Venho batendo na mesma tecla há muito tempo. Salvo engano, já são mais de seis comentários sobre o polêmico e instigante tema, que envolve não só o PT como também o PCdoB e PV, agremiações partidárias que compõem a federação "Brasil da Esperança" junto com o Partido dos Trabalhadores.
Hoje, o ex-alcaide Geraldo Simões, que já governou Itabuna por duas vezes, não seria candidato. A condição - conditio sine qua non - para que tenha o apoio do governador Jerônimo Rodrigues é uma melhora significativa nas enquetes, mostrando que tem força política e viabilidade eleitoral para derrotar os prefeituráveis de oposição ao lulopetismo da Boa Terra.
Se Geraldo Simões tivesse entre os três mais bem colocados nas enquetes, o chefe do Palácio de Ondina, seu companheiro de partido, não daria nenhuma declaração de apoio à reeleição do prefeito Augusto Castro (PSD), que tem todo o direito de buscar o segundo mandato.
E mais : a turma do PT 2, também chamado de PT augustiniano, sob a batuta do deputado estadual petista Rosemberg Pinto, depois de usufruir das benesses inerentes ao poder, daria um chega pra lá na reeleição de Augusto, deixando o gestor a ver navios.
O argumento de que pré-candidatura à reeleição de prefeiturável da base aliada tem prioridade seria derrubado com a boa performance de Simões nas consultas.
Portanto, se faz necessário, é imprescindível que o ex-chefe do Executivo municipal, tendo como prazo limite o mês de abril, mostre para as principais lideranças do PT que tem chance de retornar ao comando do cobiçado centro administrativo Firmino Alves.
Concluo dizendo que ainda é muito cedo para dizer se Geraldo Simões vai ou não ser candidato. O que se observa é um nojento puxa-saquismo. Um beija-mão de um lado e do outro, dos que querem agradar o ex-prefeito e o atual.

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