Que o presidente Lula e os senhores Fernando Haddad, ministro da Fazenda, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, respectivamente presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, se reúnam todos os dias para encontrar uma saída para amenizar o rombo nas contas públicas, já que o aumento do IOF(Imposto sobre Operações Financeiras), via decreto, não vingou.
Inaceitável, diria até desumano, de uma inominável perversidade, é tomar medidas que possam piorar, ainda mais, a vida das pessoas da parte de baixo da pirâmide social.
O governo e o Congresso Nacional têm sua parcela de culpa na cada vez mais escancarada injustiça social.
Que o quarteto acima discuta a redução fiscal para alguns setores da economia, antecipação do recolhimento de dividendos de estatais e, principalmente, os supersalários acima do teto constitucional. Inaceitável é ter na pauta a redução dos repasses federais para a educação básica.
E aí, não tem como não lembrar do saudoso e inesquecível Leonel de Moura Brizola: "A educação é a prioridade das prioridades".
Juízo, senhores representantes do povo ! Seus poderes emanam do povo, como preceitua a Lei Maior, nossa Constituição.

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