Combater o crime é uma obrigação de qualquer governante, seja ele identificado como de direita, esquerda ou qualquer outro viés ideológico. O inaceitável é o uso político assentado no "quanto mais mortes, melhor", sem nenhuma preocupação em errar o "alvo". A operação passa a ser mais política do que policial. O principal objetivo é uma melhora nas pesquisas de intenções de voto. Cada morte, que passa a ser uma espécie de "cabo eleitoral", pode significar alguns pontos a mais nas enquetes. Veja o comentário do jornalista José Roberto de Toledo, um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.
FONTE/CRÉDITOS: Vídeo: UOL/ Coluna A Hora com José Roberto Toledo
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