PT sabe que se depender dos ricos, com destaque para os banqueiros, os grandes empresários da indústria e do agronegócio, o quarto mandato de Lula passa a ser um gigantesco pesadelo.
O PT sabe que a reeleição do presidente Lula depende da classe pobre, mais especificamente da região Nordeste. Programas sociais direcionados para essa população passam a ser imprescindíveis.
A campanha da reeleição já começou. O mote é "ricos versus pobres", sem esquecer de alfinetar o Congresso Nacional, cuja avaliação popular é a pior possível. O Parlamento brasileiro está entre as instituições mais desacreditadas.
É incrível como todo santo dia tem uma notícia negativa envolvendo as duas Casas Legislativas, a Câmara dos Deputados e o Senado. A mais recente é que os parlamentares gastaram quase R$ 51 milhões em aluguel de veículos em 2024.
Outro ponto que preocupa o lulopetismo diz respeito ao segmento evangélico, que parece só enxergar "pecado" na esquerda. Já pensou se um governador de uma legenda de esquerda fosse contra a uma lei que impede que condenados pelo crime de estupro possam entrar no serviço público? Seria um Deus nos acuda. O presidenciável Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo pelo Republicanos, vetou a proibição de que condenados por estupro fiquem impedidos de exercer cargo público.
O que se pode concluir é que o cinismo e a demagogia são elementos inerentes ao processo político, a busca desenfreada para conquistar o poder, independente do campo ideológico a que pertencem os senhores políticos, deixando de fora as exceções, infelizmente poucas.
A sabedoria popular costuma dizer, até mesmo como uma forma de protesto, que os bons parlamentares, que honram seus mandatos, cabem em um Fusca.
A "tábua de salvação" da reeleição de Lula está nas mãos do publicitário Sidônio Palmeira, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula 3.
Sidônio, bom baiano de Vitória da Conquista, tem a difícil missão de reeleger o presidente Lula. Ouso em dizer que será a mais desafiadora do seu invejável currículo.
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