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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
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Política Geral

ACM Neto condena apoio do PT à ditadura de Maduro: ‘Vergonha internacional’

Partido do presidente Lula disse considerar a vitória do mandatário venezuelano uma 'jornada pacífica, democrática e soberana'

Mandato Bahia
Por Mandato Bahia
ACM Neto condena apoio do PT à ditadura de Maduro: ‘Vergonha internacional’
Elmer Martinez/AFP.
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O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, criticou nesta terça-feira (30) a nota oficial na qual a executiva nacional do PT reconhece a vitória do ditador Nicolás Maduro nas eleições venezuelanas. Em publicação nas redes sociais, o ex-prefeito de Salvador questionou a postura do partido e de sua presidente, Gleisi Hoffmann, ao apoiarem o resultado do pleito, denunciado como fraude pela oposição no país.

“O que esperar do PT depois da nota reconhecendo a fraude na Venezuela? Por que será que o PT e sua presidente, Gleisi Hoffmann, na contramão das democracias mundiais, classificaram como ‘jornada democrática’ o processo eleitoral que não traduz a vontade da maioria dos venezuelanos?”, indagou ACM Neto.

ACM Neto destacou a importância da soberania popular e criticou a legitimação do regime de Maduro. “Chancelar o autoritarismo de Maduro é uma vergonha internacional e um grande desserviço à democracia. Nada pode ser maior do que a soberania popular”, afirmou.

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Os resultados divulgados pelo órgão oficial informam que Maduro foi reeleito com 51,2% dos votos, contra 44% do opositor Edmundo González. A oposição, no entanto, afirma que González venceu com 70%.

 
Em uma nota divulgada mais cedo, o PT disse considerar a eleição de Maduro uma “jornada pacífica, democrática e soberana”. “Importante que o presidente Nicolás Maduro, agora reeleito, continue o diálogo com a oposição, no sentido de superar os graves problemas da Venezuela, em grande medida causados por sanções ilegais.”

O tom da mensagem do partido, contudo, destoa do posicionamento divulgado pelo Itamaraty. No texto, o governo do presidente Lula (PT) não reconhecia a vitória de Nicolás Maduro e afirmava que aguardava “dados desagregados por mesa de votação”, passo “indispensável para a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado do pleito”.

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FONTE/CRÉDITOS: Bahia.ba
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