O 6º Congresso da UGT Bahia consolidou-se como um espaço qualificado de escuta, articulação e deliberação coletiva. Mais do que um encontro institucional, reafirmou compromissos com políticas públicas voltadas à geração de emprego, à qualificação profissional e à valorização do trabalho.
A abertura reuniu lideranças políticas e institucionais de relevo, entre elas o deputado federal Bacelar, o vice-governador Geraldo Júnior, o presidente nacional da central, Ricardo Patah, e o secretário estadual de Turismo, Maurício Bacelar. A presença dessas autoridades evidenciou a centralidade do diálogo entre o movimento sindical e o poder público na formulação de respostas estruturais aos desafios contemporâneos do mundo do trabalho.
Na sequência, o debate avançou para uma agenda estratégica. Ao lado de dirigentes como Magno Lavigne e Marcelo Carvalho, o congresso destacou a necessidade de conciliar desenvolvimento econômico com inclusão social.
Em um cenário de rápidas transformações nas relações laborais, a pauta integrou inovação e competitividade à preservação de direitos historicamente conquistados.
Porta-voz da Rede Sustentabilidade, Paulo Lamac apresentou uma reflexão sobre o papel da central no cotidiano dos trabalhadores:
“A UGT cumpre função decisiva ao conectar a pauta do trabalho às agendas de desenvolvimento sustentável. No dia a dia, isso se traduz em mediação de conflitos, ampliação de direitos e construção de oportunidades concretas. Fortalecer a UGT é fortalecer a cidadania laboral.”
Presidente da UGT Bahia, Marcelo Carvalho ressaltou o caráter coletivo da trajetória da entidade:
“É uma honra presidir esta instituição. A UGT é resultado do esforço de cada dirigente e de cada base. Nada do que alcançamos seria possível sem a participação de todos. Reafirmo nosso compromisso com os associados e com a defesa permanente dos trabalhadores.”
Em intervenção central, Magno Lavigne articulou memória institucional, resultados de gestão e projeção política. Destacou sua atuação na fundação da central e sua contribuição em políticas públicas de qualificação e inserção produtiva:
“Dirijo-me a cada um e cada uma com respeito e gratidão. Este congresso reafirma uma trajetória ancorada em transição justa, democracia e sustentabilidade. Participei da construção da UGT nacional e na Bahia e levo esses princípios para a gestão pública.
No Ministério do Trabalho, ampliamos a qualificação, modernizamos o atendimento e fortalecemos a intermediação de mão de obra, alcançando milhões de trabalhadores. Esses avanços são fruto de uma construção coletiva.”
Pré-candidato a deputado estadual pela Bahia, Magno Lavigne projeta-se como expressão orgânica da base sindical da UGT.
No encerramento, Lavigne enfatizou o sentido histórico da central:
“Chegar a este congresso não é uma conquista individual, mas o resultado de uma luta coletiva. A UGT é espaço de acolhimento, representação e esperança. Seguimos firmes, organizados e prontos para avançar na defesa da dignidade do trabalhador, da justiça social e do bem comum.”
O congresso foi concluído com a reafirmação de uma agenda que articula crescimento econômico, inclusão social e garantia de direitos, delineando diretrizes para a atuação sindical diante das transformações estruturais do mercado de trabalho.

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