Gilberto Kassab, todo poderoso presidente nacional do PSD, uma espécie de Donald Trump da política brasileira, mais sabido do que cinco sabidos juntos, não cansa de dizer que a legenda terá candidatura própria no pleito presidencial de 2026.
No segundo turno, que já é dado como certo, favas contadas por todas as lideranças políticas e suas respectivas legendas, o PSD vai apoiar o adversário de Lula (PT-reeleição), obviamente se o candidato da sigla não for para a segunda etapa eleitoral.
O que chama atenção é que o PSD continua na Esplanada dos Ministérios, salvo engano no comando de duas pastas. Os ministros vão usufruir das benesses inerentes ao poder e votar no candidato que Kassab indicar, dando um chega pra lá na reeleição de Lula. É o manda quem pode, obedece quem tem juízo.
No frigir dos ovos, o bobo da corte vai ser o presidente Luiz Inácio Lula Silva. Ora, ora, até as freiras do convento das Carmelitas sabem que os ministros do PSD vão "cuspir no prato que comeu", como diz o ditado popular.

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