Volto ao assunto porque o último comentário da Coluna Wense sobre o acordo entre Jabes Ribeiro, ex-prefeito de Ilhéus, e o atual, Valderico Júnior, continua pendente.
Lá se vão mais de um ano e nenhuma solução. O combinado, na presença de ACM Neto, era Valderico Júnior apoiar um candidato a deputado federal do PP, que poderia ser o próprio Jabes ou um nome indicado pelo ex-alcaide. Relembre clique aqui.
Como Valderico (União Brasil) já tinha assumido um compromisso com à reeleição do deputado federal Leur Lomanto, colega de legenda, Jabes Ribeiro, secretário-geral do PP, e Cacá Colchões, presidente do diretório municipal, concordaram em Valderico ter dois candidatos.
O problema é que o gestor de Ilhéus está fugindo do acordo como o diabo da cruz, o que vem deixando Jabes Ribeiro aborrecido. E com toda razão.
O indicado de Jabes seria Cacá Leão, atual presidente estadual do Progressistas (PP), que assumiu o comando do partido em março de 2026, substituindo o deputado federal Mário Negromonte Júnior.
O silêncio da testemunha-mor do acerto entre Jabes e Valderico é ensurdecedor. Falo de ACM Neto, que além de candidato ao governo da Bahia, é o vice-presidente nacional do União Brasil.
Mês de julho indo embora, agosto se aproximando, e nada. O que faz lembrar o ditado popular de que "dois bicudos não se beijam".
Não se sabe quem tem o maior "bico", se Valderico Reis Júnior ou Jabes Sousa Ribeiro. Não existe um, digamos, "bicômetro".
Nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, o que se comenta é que o ex-prefeito está perdendo a paciência com o atual chefe do Executivo.
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