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Segunda-feira, 27 de Abril de 2026
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O SILÊNCIO AINDA ECOA NOS CANTOS DA CIDADE

Coluna Hélio Ricardo

Hélio Ricardo
Por Hélio Ricardo
O SILÊNCIO AINDA ECOA NOS CANTOS DA CIDADE
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Leonardo Léo, que, há três anos, no dia 27 de abril, às 23h30, nos deixou e seguiu para a casa do Pai. 

E, junto com os anjos, fez aquele swing legal, maravilhoso, para Deus, nosso Criador.
A dor da saudade e a sua ausência jamais serão amenizadas para aqueles que o admiravam e respeitavam.

A professora Airam Maria, sua mãe, segue vivendo com uma dor profunda. E você, meu leitor, pode ter uma ideia do que seja a perda de um filho do valor de Léo, seu “bebê”, como ela o chamava. 

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Em uma oportunidade rara, com seu netinho Léo Élio, o caçula de Léo, perguntou:

— Minha avó, por que está tão triste?

A avó ficou em silêncio por um instante.

Então ele falou:

“Minha vó, esse mundo não era para o meu pai. Ele era uma pessoa muito boa para continuar aqui. Deus o levou para perto dele”, salientou Léo Élio, na época 
com apenas 12 anos de idade.

Essas palavras, momentaneamente, trouxeram um consolo maior para todos lá na Casa Amarela, casa de mainha.
Agradeço a todos pelo carinho que nós, da família de Léo, recebemos todos os dias.

Obrigado também àqueles que, às vezes, trocam meu nome e me chamam de Léo.

Quem dera eu ser um ser tão lindo como era meu irmão.

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