Quem acompanha a modesta Coluna Wense sabe que venho questionando o uso do nome de Deus em vão, mais especificamente na política.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro vem usando a Bíblia como instrumento, um meio para obter votos, principalmente no segmento do eleitorado religioso.
Não estou dizendo que a madrasta dos filhos 1,2,3 e 4 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro não é religiosa. E sim que ela usa o nome de Deus para atingir seus interesses políticos.
A foto acima é a prova inconteste de que Michelle usa a religião como uma espécie de "cabo eleitoral". A ex-primeira-dama, ao visitar Bolsonaro na prisão, fez questão de mostrar o Livro Sagrado.
Depois que encarou os enteados, principalmente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o comando nacional do PL, a ex-moradora do Palácio do Alvorada passou a condição de presidenciável. Michelle colocou um ponto final em uma articulação do bolsonarismo do Ceará para apoiar à pré-candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Estado.
O problema, o principal obstáculo para uma candidatura de Michelle no pleito presidencial de 2026, é o decorrer da campanha, com início dos debates, o frente a frente com os adversários. O despreparo da ex-primeira-dama salta aos olhos. Bastaria um só debate para uma queda nas intenções de voto.
"Que experiência e qualificação pessoal, política, administrativa e intelectual ela tem para presidir o Brasil?", indaga Eliane Cantanhêde na sua coluna no Estadão. Finaliza dizendo que a candidatura de Michelle "é uma irresponsabilidade com o País".
Sobre o uso de Deus em vão na política, veja abaixo, caro e atento leitor, a Coluna Wense de 26 de novembro de 2025.
Leia aqui:
https://www.mandatobahia.com.br/coluna/bolsonarismo-religiao-e-politica

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