Olhe ele aí de novo! Trata-se do ex-juiz Sérgio Moro, hoje senador da República pelo PL do Paraná. Aquele que usou a Operação Lava Jato para se enveredar pelo caminho da política.
A atuação de Moro na Lava Jato foi desastrosa. Sua escancarada parcialidade acarretou muito erros jurídicos. Deu no que deu: a anulação dos seus atos pelo STF, instância máxima do Poder Judiciário.
Em decorrência das suas barbeiragens jurídicas, Lula deixa a prisão, se torna elegível e é eleito presidente da República, voltando novamente ao comando do cobiçado Palácio do Planalto.
Por se tornar um invejável "cabo eleitoral" do então presidenciável Jair Messias Bolsonaro, tem como contrapartida o cargo de ministro da Justiça e da Segurança Pública. Tempo depois, é defenestrado, sem dó e piedade, da Esplanada dos Ministérios.
Para retornar aos braços do bolsonarismo, da família Bolsonaro, Sérgio Moro começa a fazer cafuné no ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
O senador Sérgio Moro, que chegou a ser pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, é autor da PEC 3/2024, que acaba com a aposentadoria compulsória como forma de punição aos magistrados.
O problema, que já vem sendo alertado por conceituados advogados, promotores e juristas, é que a proposta de Moro cria brechas para casos de crimes sexuais e contra menores.
Pois é. Já vem Sérgio Moro com suas barbeiragens jurídicas. Aconselho a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ficar atenta.