O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou como motivo para cancelar o encontro com o ex-presidente Bolsonaro, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), o manjado "conflito de agenda", costumeira desculpa dos políticos quando não quer conversar com fulano, beltrano e sicrano. Tarcísio não ficou nada satisfeito com a maneira como o "mito" escolheu o filho número 1, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para ser o representante do clã Bolsonaro na sucessão de Lula (PT). Já disse aqui que os filhos 1,2,3 e 4 preferem perder a eleição do que ver Tarcísio eleito. Desconfiam que o tarcisismo vai dar um chega pra lá no bolsonarismo e no maior "cabo eleitoral".
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Quando Lula entrar em campo
A opinião de que o imbróglio na composição da majoritária da base aliada do lulopetismo só vai ser resolvido com a interferência do presidente Lula já é um consenso no governismo. O pega-pega continua a todo vapor. Tem até notícia de que o senador Otto Alencar, dirigente-mor do PSD, ao ser questionado sobre a chapa puro-sangue, disse que é uma "carniça". Veja, caro e atento leitor, ipsis litteris, o comentário da Coluna Wense de 2 de outubro de 2025: "Quem está de olho na política da Boa Terra é o presidente Lula. Se o petista-mor perceber que o imbróglio em torno da majoritária vai persistir, não hesitará em resolver o problema. Lula sabe da importância do PSD da Bahia na sua reeleição".
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MDB entre o governo e a oposição

Os irmãos Vieira Lima, Geddel e Lúcio, que é o presidente de honra do MDB, comandam a legenda na Bahia. Toda decisão do partido tem que ter o ok de um ou do outro, sob pena de não ter nenhuma validade. Geddel e o senador Angelo Coronel (PSD) vivem o mesmo dilema quando o assunto é a composição da majoritária da base aliada governista. O MDB correndo o risco de não indicar o vice do governador Jerônimo Rodrigues (PT-reeleição). O Coronel sem integrar a chapa rotulada de puro-sangue. O encontro de Geddel com o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), é um recado para o lulopetismo: se tirarem o direito do MDB de indicar o vice de Jerônimo, a legenda vira oposição. Será que tem bobobô no bobobó?
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