O presidente Lula já disse o que queria dizer para o também presidente Donald Trump, que o julgamento de Bolsonaro "foi muito sério, com provas contundentes", que os acusados pela trama golpista "foram julgados com direito de defesa".
Falou também do macabro plano de tirar sua vida, bem como de assassinar o vice-presidente Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), instância máxima do Poder Judiciário.
Agora é esquecer o inelegível Jair Messias Bolsonaro e cuidar do Brasil. O "mito" sucumbiu atirando nos próprios pés, uma espécie de autofagia política.
Para o desespero do bolsonarismo, a tão badalada "química" entre Lula e Trump ficou mais intensa com o encontro entre os dois presidentes.
O lulopetismo está radiante. A unânime opinião é de que as próximas pesquisas de intenções de voto vão apontar um crescimento do petista-mor em decorrência dessa "química".
Torcer contra um entendimento entre as duas nações, mais especificamente em relação ao tarifaço, passa a ser mais uma prova de que o "patriotismo" bolsonariano é de mentirinha.

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