Para que a direita de Itabuna não fique desanimada, mais especificamente em relação à sucessão municipal de 2028, Flávio Bolsonaro tem que sair vitorioso do pleito presidencial. Seria uma espécie de contrapeso à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Do contrário, o desequilíbrio de forças, tanto no aspecto político como financeiro. No caso da sucessão do prefeito Augusto Castro (PSD), o adversário, com o quarto mandato de Lula, terá que enfrentar três máquinas públicas: municipal, estadual e federal. Quem ousa desafiá-las? Como não bastasse, a direita de Itabuna está literalmente dividida. É carente de uma liderança capaz de unir os dois grupos.
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