Percorrer a Bahia é muito mais do que cumprir uma agenda política.
É ouvir histórias, conhecer realidades e compreender que cada cidade, cada comunidade e cada povo carregam desafios, sonhos e uma enorme vontade de construir um futuro melhor. Nessa jornada, Magno passou por diferentes territórios do estado.
Em Cachoeira, a defesa da Casa das Mulheres de Axé reforçou a importância de preservar a memória, a ancestralidade e o patrimônio cultural do povo negro.
Em Santa Cruz Cabrália, o diálogo com lideranças locais abriu espaço para discutir desenvolvimento, geração de oportunidades e fortalecimento da economia regional.
Em Porto Seguro, a conversa com moradores reafirmou que a boa política nasce da escuta e da participação popular. A caminhada também fortaleceu o compromisso com os povos originários. Ao lado de Tukumã Pataxó, candidato a deputado federal, Magno destacou a importância da presença indígena nos espaços de decisão, reconhecendo que a representatividade é essencial para garantir direitos, preservar culturas e construir um Brasil mais justo.
Neste domingo, Una celebrou 102 anos de emancipação política, reunindo sua população em um momento de festa, valorização da cultura e orgulho pela própria história.
Magno fez questão de participar das comemorações, compartilhar esse momento com os moradores e homenagear uma cidade que representa a força da região cacaueira e a determinação de um povo que acredita no desenvolvimento sem abrir mão de sua identidade.
Em meio a isso, Magno Lavigne reflete “A estrada tem sido a minha maior escola. Em cada cidade que chego, aprendo que a Bahia é muito maior do que qualquer discurso.
Ela está no rosto de quem acorda cedo para trabalhar, na fé de quem luta sem perder a esperança, na sabedoria dos povos indígenas, na resistência das mulheres de axé, na força do agricultor, do pescador, do comerciante e de tantas famílias que constroem este estado todos os dias.
Essa caminhada me fez compreender que a política só tem sentido quando nasce da escuta e do compromisso com as pessoas. E levo comigo uma convicção que se fortalece a cada quilômetro percorrido.
Ninguém precisa perder a dignidade para levar o pão de cada dia para casa.

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