O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirmou nesta quinta feira que não houve qualquer tratativa política com o Republicanos durante encontro com lideranças da Igreja Universal do Reino de Deus no estado. A declaração foi dada após repercussão sobre possível aproximação visando as eleições de 2026.
Segundo o governador, o encontro teve caráter institucional e religioso. Ele afirmou que o foco da reunião não envolveu composição partidária nem discussão sobre alianças eleitorais.
H2 Pauta envolveu projeto cultural e parceria educacional
De acordo com Jerônimo, a agenda incluiu temas como a criação do Dia Cultural Gospel, que deve ser lançado por meio de projeto de lei, além da renovação de parceria relacionada ao Projeto Nova Canaã, em Irecê, onde a igreja mantém unidade educacional.
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O governador também mencionou convite para participação em missão religiosa prevista para o mês de abril. Ele relatou que recebeu oração das lideranças presentes e destacou o caráter simbólico do encontro.
H2 Visita institucional e reciprocidade
Jerônimo explicou ainda que a reunião foi uma retribuição a visita feita por ele a São Paulo, quando esteve com o bispo Edir Macedo. Segundo o governador, o encontro na Bahia foi uma agenda de cortesia institucional.
Na ocasião, também estavam presentes parlamentares e representantes da Record. O governador afirmou que reconhece o trabalho social desenvolvido pela igreja e ressaltou a importância de parcerias que contribuam para ações educacionais e comunitárias no estado.
H2 Bastidores políticos e cenário para 2026
A visita do bispo Guaracy Santos à Governadoria gerou especulações sobre eventual movimentação do Republicanos no tabuleiro eleitoral baiano. O partido integra atualmente a base do prefeito de Salvador, Bruno Reis, aliado de ACM Neto.
Nos bastidores, há comentários sobre possível insatisfação da legenda após mudanças na composição política da oposição, especialmente diante da aproximação do senador Angelo Coronel com o grupo oposicionista.
Apesar das especulações, Jerônimo reiterou que não houve diálogo sobre alianças e que o encontro se limitou a pautas institucionais e religiosas.
O cenário político baiano segue em fase de reorganização, com articulações que devem se intensificar à medida que se aproxima o calendário eleitoral de 2026.

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